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Coca-cola fabrica com tecnologia de ponta a sua primeira garrafa de plástico reciclado a partir de lixo marinho



3 de Outubro de 2019 | Meio ambiente

Com PET proveniente do projeto 'Mares Circulares' de limpeza de costas e fundos marinhos de Portugal e Espanha

A Coca-Cola apresentou a primeira garrafa no mundo fabricada com plástico reciclado proveniente de lixo marinho recolhido através dos ‘Mares Circulares’, um ambicioso projeto de sensibilização para a problemática do lixo marinho com intervenção em limpeza de costas, praias e fundos marinhos que tem implementado em Portugal e Espanha. Esta inovação demonstra que até o plástico mais degradado do fundo do mar poderá ser transformado em novas garrafas para uso alimentar. 

Graças ao trabalho conjunto desenvolvido pela Ioniqa Technologies, pela Indorama Ventures, pelo projeto ‘Mares Circulares’ e pela Coca-Cola, conseguiu-se fabricar cerca de 300 garrafas utilizando 25% de plástico reciclado2, proveniente de praias e fundos marinhos de Espanha e Portugal. Estas garrafas demonstram a capacidade das inovadoras e revolucionárias técnicas de reciclagem que permitiram transformar um plástico PET muito degradado em matéria prima de alta qualidade. São, assim, as primeiras garrafas no mundo fabricadas com material proveniente de plástico marinho e aptas para serem utilizadas em alimentação e bebidas.  

A técnica de reciclagem utilizada no fabrico destas garrafas baseia-se na despolimerização, um processo químico que permite descompor e melhorar o plástico PET de baixa qualidade, eliminando as suas impurezas e transformando-o em plástico PET de grande valor apto para uso alimentar. Toda a uma revolução, uma vez que permite que os plásticos muito degradados, assim como os que não são transparentes possam ser reciclados e transformados em garrafas.

O anúncio deste importante avanço tecnológico foi feito em Londres durante uma jornada em que a Coca-Cola reforçou os seus compromissos e anunciou novos objetivos relativamente a embalagens para a Europa Ocidental.

 

Novos objetivos embalagens sustentáveis


Em 2017, a Coca-Cola lançou o ‘Avançamos’, a sua estratégia de sustentabilidade para a Europa Ocidental que tem como principais objetivos, para 2025, recolher e reciclar o equivalente a 100% das garrafas ou latas que comercializa, que todas as suas embalagens sejam 100% recicláveis, bem como assegurar que as suas garrafas de plástico contenham, pelo menos, 50% de PET reciclado. A Coca-Cola atualizou os seus objetivos relativamente a embalagens sustentáveis na Europa Ocidental, entre os quais se destacam:
 
  • Eliminar o plástico desnecessário ou difícil de reciclar do seu portefólio, através do aperfeiçoamento de embalagens e da eliminação das embalagens secundárias de plástico (filme retráctil e anilhas de plástico nos packs de latas e garrafas de PET 500 ml). Isto representará a eliminação de mais de 11.000 toneladas de plástico por ano na Europa Ocidental (2.600 das quais na divisão ibérica, a partir de 2020). Além disso, a Coca-Cola eliminará este outono o plástico que atualmente reveste os packs de latas de 200 ml ou mini-cans, substituindo-o por cartão com certificado PEFC - o sistema de certificação florestal mais utilizado a nível mundial que assegura a sustentabilidade florestal. Esta medida representa a eliminação, a partir de 2020, de 1.380 toneladas de plástico na sua cadeia de fornecimento na Ibéria.
 
  • Conseguir que todas as garrafas de plástico sejam 100% recicláveis ou provenientes de matérias-primas renováveis, evitando assim o uso de mais de 200.000 toneladas de plástico virgem por ano na Europa Ocidental (20.000 no mercado ibérico). A Coca-Cola na Ibéria antecipa ainda o seu objetivo de que todas as suas garrafas de plástico sejam fabricadas com 50% de PET reciclado em 2022, três anos antes do previsto. Até à data foram já dados passos significativos nesse sentido: a marca Honest Tea alterou as suas embalagens de plástico para vidro e, até ao final do ano, as suas embalagens de Honest Coffee irão conter 100% de PET reciclado. Em 2020, será a marca GLACEAU Smartwater a fazer a transição para o plástico 100% reciclado.
 
  • Tornar pública anualmente a pegada de carbono de todas as suas embalagens, assim como informar sobre o desempenho relativamente aos seus compromissos e objetivos de forma transparente.

Tim Brett, presidente da The Coca-Cola Company na Europa Ocidental, afirmou: “Atualmente, demasiados recursos mundiais não renováveis são descartados como resíduos. Sabemos que necessitamos fazer mais para corrigir isto. Os objetivos que temos e as metas que estabelecemos hoje são ambiciosas, pois é assim que deve ser. As embalagens têm uma função importante, mas devem ser sempre recolhidas, recicladas e reutilizadas. O nosso objetivo, trabalhando em conjunto com os nossos colaboradores, é fazer com que o termo "plástico descartável" se torne obsoleto, conseguindo que todo o nosso plástico e, logo, as nossas embalagens, respondam aos princípios da economia circular".

Um exemplo desta transição para a economia circular é a garrafa proveniente do lixo marinho, apresentada em Londres. Esta garrafa foi desenvolvida para provar até onde pode chegar a tecnologia. No curto prazo, estas melhorias na reciclagem serão levadas à escala comercial utilizando os canais atuais de reciclagem e incluindo plástico que antes não era reciclável ou era de fraca qualidade. A partir de 2020, a Coca-Cola prevê estender essas conquistas a outras garrafas do seu portfolio.

Bruno Van Gompel, diretor técnico e de cadeia de fornecimento da The Coca-Cola Company na Europa Ocidental, assegura: “Esta garrafa é um claro exemplo do que se pode conseguir, através da associação e investimento em tecnologias inovadoras e revolucionárias. Ao reunir parceiros de toda a nossa cadeia de fornecimento, desde a colaboração de entidades e ONGs locais de limpeza em Espanha e Portugal até a um investimento em inovação tecnológica nos Países Baixos, conseguimos, pela primeira vez, transformar o plástico marinho muito degradado em matéria prima para fabricar garrafas novas”.

As novas tecnologias de melhoria da reciclagem são, sem dúvida, extremamente interessantes, não apenas para nós, mas também para a indústria e para a sociedade em geral. Aceleram a perspetiva de uma economia circular para o plástico, e é por isso que estamos a investir nelas. à medida que começarem a ser utilizadas numa escala maior, veremos todo o tipo de plástico usado a ser devolvido como novo, uma e outra vez, reduzindo e evitando que grandes quantidades de resíduos cheguem às incineradoras e aterros”, acrescenta Van Gompel.
 

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